quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Santa Bernadette responde a contento aos eclesiásticos

Santa Bernadette em foto de 18 outubro 1864
Passada a tempestade dos primeiros dias, Santa Bernadette passou uma prova díficil, mas muito diferente: os inquéritos de eclesiásticos.

Fiéis de todas as condições arrumaram a gruta, abriram caminhos e montaram uma escadaria que descia até ela. Instalaram uma bacia com torneiras para recolher a água da fonte e mesas para pôr as velas, canalizaram o canal e o rio. Os albergues ficaram cheios e foi preciso construir mais.

Os milagres sucediam-se uns aos outros. Doações e ex-votos acumulavam-se na gruta e o delegado de polícia andava de olho aberto para inculpar Bernadette de falcatrua.
Procissões improvisadas, orações e cânticos eram continuas diante de Massabielle.

Eclesiásticos interrogam Santa Bernadette

Os romeiros queriam conhecer Bernadette e ouvir de sua boca a narração do acontecido. Submeteram-na a intérminos interrogatórios.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Lourdes e Santa Bernadete sofrem

Missa na Gruta no centenário das aparições
No século XIX
Para Santa Bernadete não foram fáceis os dias que vieram após as aparições. Entretanto, ela em nada perdia a serena e sobrenatural disposição de alma.

O micro-mundo da política, do judiciário e da polícia de Lourdes estava dominado pelas utopias anti-cristãs da Revolução Francesa. Ele tramou vários golpes.

Do ponto de vista médico tentaram forjar um diagnóstico segundo o qual Bernadette seria uma psicopata e devia ser encerrada num manicômio. Como vimos, foi em vão. As tentativas fracassaram face à solidez moral e psíquica de Bernadette.

Vieram, então, intimidações por parte do procurador, do juiz e do delegado de polícia. Eles acenaram com metê-la no cárcere se não declarava que as visões eram uma fraude. Também não lhes adiantou de nada.