quarta-feira, 24 de maio de 2017

Em Nevers: o corpo incorrupto de Santa Bernadette Soubirous

Nevers: placa explica o estado do corpo de Santa Bernadete
Nevers: placa explica
o estado do corpo de Santa Bernadete
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O corpo de Santa Bernadette se encontra milagrosamente incorrupto com as articulações flexíveis.

Apenas uma ligeira camada de cera foi passada no rosto para evitar a formação de mofo.

Ele está exposto na capela do convento de Saint-Gildard, em Nevers, onde ela faleceu, numa preciosa urna de cristal e metal dourado.

Clique para ver onde fica Nevers

Ali, envolvido de imponderáveis sobrenaturais, pode ser visto e venerado por qualquer fiel, como aparece no vídeo abaixo.

A inscrição reproduzida na foto ao lado se encontra em Nevers, na mesma capela do corpo da Santa, e diz:

O corpo de Santa Bernadette repousa nesta capela desde 3 de agosto de 1925.

Ele está intacto e “como se estivesse petrificado” segundo foi reconhecido pelos médicos juramentados e pelas autoridades civis e religiosas por ocasião das exumações de 1909, 1919 e 1925.

O rosto e as mãos, que escureceram no contato com o ar, foram recobertos com ligeiras camadas de cera, moldadas segundo os modelos recolhidos diretamente.

A posição inclinada para o lado esquerdo foi assumido pelo corpo no túmulo.


Vídeo: Em Nevers: o corpo incorrupto de Santa Bernadette Soubirous







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quarta-feira, 10 de maio de 2017

O que sente um miraculado na hora do milagre? - 3

Jean-Pierre Bély: seu médico era ateu e acabou se convertendo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: O que sente um miraculado na hora do milagre? - 2



 Jean-Pierre Bély prossegue seu relato

“À tarde, conduziram-me de maca à cerimônia de encerramento da peregrinação. Lá, fui dominado por uma vontade irrefreável de me levantar e de caminhar. Mas, vendo em torno de mim todos os outros doentes de maca, tive medo de chocá-los. Desde aquele momento, decidi agir discretamente”.

“Naquela noite fui acordado delicadamente. Senti que alguém me tocava. Julguei que era a enfermeira da noite, que queria colocar-me o cobertor. Então acordei e não vi ninguém. Ouvi o sino da Basílica tocar três vezes. Mais tarde, interroguei a enfermeira sobre o fato, mas ela disse não se lembrar de me ter coberto durante a noite...

“Comecei então a relembrar todos os acontecimentos da peregrinação, quando me veio uma idéia inesperada, e que se apresentou a meu espírito como uma ordem, um convite: 'Levanta-te e caminha!' Eu julgava estar imaginando coisas; além disso, levantar-me em plena noite, quando eu não tinha nenhuma necessidade! Eu estava bem aconchegado e não sentia nenhum incômodo... Virava-me na cama, tentando afastar essa idéia de meu espírito. Fechei os olhos, tentando voltar a dormir. Mas era impossível. O apelo voltava, mais insistente, mais premente que a primeira vez. Tudo isso me deixava mal à vontade... Virava-me e revirava-me no leito... O apelo tornou-se firme. O que eu ouvia não eram palavras, mas era como se alguém me falasse sem dizer palavras. É difícil explicar. 'Vamos, levanta-te, é a hora, caminha!'” ( )

“Vendo que eu me movia no leito, a enfermeira da noite perguntou-me o que eu tinha. Disse-lhe que desejava levantar-me para ir à toalete. E caminhei pela primeira vez. Ela simplesmente segurava-me pelo braço. Dei os meus primeiros passos na noite, como um bebê que aprende a caminhar”.

Grande surpresa na cidade do miraculado

Bély narra em seguida: “Eu não quis ir ao Bureau Médico de Lourdes. Minimizei voluntariamente as coisas. Na estação de trem de Angoulême, aguardei minha esposa numa cadeira de rodas. No carro que me conduzia à casa, expliquei-lhe que meu estado de saúde tinha melhorado. Quando me viu subir os degraus da escada, ela entendeu”.

O Dr. Patrick Fontanaud, que cuidava de Bély, passou mal quando o viu sentado na sala de espera. Fontanaud é agnóstico, mas confessa que a cura é inexplicável. Na paróquia, as pessoas choraram quando o viram voltar com suas próprias forças. Raymond, o carteiro, declarou à imprensa local: “Agora eu serei obrigado a acreditar no Bom Deus!”

Pormenorizado e indispensável inquérito médico

O bispo de Angoulême insistiu para que Bély voltasse ao Bureau Médico de Lourdes um ano após a cura. O inquérito durou 11 anos e consistiu numa longa série de exames médicos e psiquiátricos. “Queriam ver se meu juízo era normal, se eu não era um iluminado ou um místico”.

Cada ano, ele comparecia diante de um auditório composto de 60 a 80 membros do Comitê Médico Internacional e respondia a um pinga-fogo de perguntas. “Alguns tentavam colocar cascas de banana” — conta Bély. “Certa vez, um deles me disse: 'Então o Sr., desse jeito, viu a Santíssima Virgem'. Respondi-lhe: 'É o Sr. que o diz, não eu'”.

Em 14-11-1998, o Comitê Médico Internacional de Lourdes concluiu tratar-se de “cura inesperada” e “fato inabitual e inexplicável em função dos dados da ciência”. ( ) Em 9-2-1999, o bispo de Angoulême, D. Claude Dagens, reconheceu publicamente em nome da Igreja o caráter autêntico do milagre.( )

Singular paradoxo: o Estado francês, herdeiro da Revolução de 1789, é ostensivamente agnóstico e laicista. Essa posição face à Religião explica que mantenha a pensão e benefícios em favor de Bély, pois prefere pagar qualquer preço a ter de reconhecer a ocorrência de uma cura inexplicável...

Antecedente do triunfo do Imaculado Coração de Maria?

A cura do corpo, insiste Bély, foi precedida de uma cura da alma. Uma como que conversão. Seu caso permite supor, guardadas as devidas proporções, como poderá transcorrer a imensa ação a ser efetuada por Nossa Senhora, que resultará no triunfo do seu Imaculado Coração sobre a humanidade.

A humanidade é a grande enferma da Terra.

Corpo incorrupto de Santa Bernadette
E ela não padece de uma doença qualquer, mas sofre as consequências de um espírito igualitário, de revolta e de sensualidade — a Revolução — capaz de lançá-la numa ruína extrema, próxima da morte.

Em meio a crises e padecimentos inenarráveis, a graça tirará do abismo moral as almas que se voltarem para a penitência, a oração e os sacramentos.

Elas poderão até resistir à graça, mas ouvirão de alguma maneira, o “levanta-te e caminha”, que Jean-Pierre Bély escutou tão imperativamente.

Então a humanidade regenerada voltará à senda bendita da Santa Igreja e da Civilização Cristã, no Reino do Imaculado Coração de Maria, profetizado por Nossa Senhora em Fátima.

É uma analogia que o extraordinário caso de Jean-Pierre Bély sugere.


Vídeo: Lourdes: o milagre de Jean-Pierre Bély





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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O que sente um miraculado na hora do milagre? - 2

Jean-Pierre Bély descreveu com pormenor o milagr
Jean-Pierre Bély descreveu com pormenor o milagre
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: O que sente um miraculado na hora do milagre? - 1



Sem dúvida, em cada caso as impressões variam muito em função das doenças e das situações.

Contudo, a descrição de um dois últimos milagres de Lourdes oficialmente reconhecido pela Igreja chega até nós com detalhes que arrepiam, comovem e inspiram uma reflexão.

Em 1987, Jean-Pierre Bély era um paraplégico em fase terminal. Hoje esbanja saúde. Ele descreveu sua miraculosa cura nos mínimos detalhes, com uma singeleza tocante.

Bély mora em La Couronne, perto de Angoulême, no interior da França. Na entrada da sua casa, uma gruta de Lourdes em miniatura recebe o visitante.

A mobília é discreta e tradicional, típica da pequena burguesia provinciana. Há uma imagem de Nossa Senhora e duas fotos: uma de Santa Bernadette e outra de Santa Teresinha. Tudo está arranjado despretensiosamente.

O ambiente nada tem de comum com o de místicos, visionários, ou alumbrados, os quais, infelizmente, não são poucos nestes conturbados dias de falsas aparições, pretensos prodígios e pseudo-revelações.

Ele nasceu em 1936. É casado e pai de dois filhos. Trabalhava como enfermeiro no hospital de Angoulême quando, em 1972, a doença manifestou nele seus primeiros sintomas. Começou a sentir fadiga, formigamentos nas mãos e nos pés. Numa manhã de 1984, acordou com todo o lado direito do corpo paralisado.

Era a esclerose em placa, enfermidade degenerativa do sistema nervoso que conduz a uma dolorosa morte. “É uma doença desmoralizadora — narra ele —, que avança aos pulos. A pessoa acredita sentir-se melhor, e depois, subitamente, o estado de saúde piora. Por fim eu tinha os punhos tão deformados, que já não podia mexer mais as mãos”. ( )

Em 1987, seu quadro clínico era desesperador. O sistema de saúde público o tinha declarado 100% inepto a título definitivo, e pagava um assistente para suas necessidades básicas como alimentação, higiene, etc. Ele era transportado em maca.

Filas de doentes na procissão em Lourdes, até sob a chuva
Filas de doentes na procissão em Lourdes, até sob a chuva
Em 5 de outubro daquele ano, Bély peregrinou a Lourdes. Quatro dias depois, tudo ia mudar.

A unção dos enfermos e a paz interior


Bély estava no fim da peregrinação, e só piorava. Seus acompanhantes temiam que morresse antes de voltar. Deixemos o miraculado descrever o que sentiu.

“Eu estava sobre a esplanada diante da Basílica, deitado numa maca. Era a cerimônia da unção dos doentes. O ambiente era extraordinário. Eu tinha a impressão de viver intensamente o momento. Após receber a extrema-unção, senti uma paz, uma alegria, uma serenidade extraordinárias. Como se tudo o que havia de mau na minha vida me tivesse sido tirado: meu esgotamento, minha ansiedade, meus escrúpulos...

“Eu estava exultante, desligado do mundo. Tinha a impressão de flutuar. Sentia-me alheio ao mundo. Meu corpo não interessava. Posso dizer que recebi a cura do coração antes que a do corpo. Essa paz, essa serenidade não me deixaram mais. E todos os dias tenho a impressão de reviver esse momento.

“Os maqueiros me levaram para o quarto. Quando me deitaram na cama, voltei a prestar atenção no meu corpo. [...] Senti frio. Não era um frio que vinha de fora, mas a impressão de afundar num buraco frio. Parecia-me que ia morrer. [...]

“Mas depois, de uma só vez, senti um calor nos artelhos, como uma luz longínqua que cresce, aquece e devolve a vida. Esse calor subiu progressivamente pelos meus pés, pelas minhas pernas, pelos meus músculos, por todo o meu corpo. À medida que ele ia subindo, era como se a vida voltasse. Eu tive a impressão de que era puxado pela pele das costas e tirado fora daquele buraco frio.

“Tudo isso deve ter sido muito rápido, mas eu não tinha noção do tempo. Num instante senti-me como que puxado para cima, e vi-me sentado à borda da cama, perguntando-me o que é que eu fazia lá.”


continua no próximo post: O que sente um miraculado na hora do milagre? - 3



Vídeo: Lourdes: o milagre de Jean-Pierre Bély







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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O que sente um miraculado na hora do milagre? - 1

Théa Angele chegou moribunda em 17 de maio de 1950
Luis Dufaur
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O que sente o doente quando é objeto de um milagre em Lourdes?

Uma consolação? Uma luz? Uma dor? O leitor já imaginou?

De modo geral, na hora do milagre os beneficiados percebem sensações  características. A mais citada é a “de um calor desacostumado que toma conta do corpo”.

Frequentemente os miraculados mencionam dores muito agudas, como Jeanne Gestas, que teve uma “sensação de que algo lhe era arrancado”.

Os milagres acontecem de modo imprevisível a pessoas de todas as idades e condições. Mais frequentemente é por ocasião do uso da água de Lourdes — bebendo-a ou banhando-se nela — ou em cerimônias litúrgicas tradicionais, como a bênção do Santíssimo Sacramento aos enfermos.

A grande maioria dos milagres reconhecidos ocorreu em Lourdes, mas houve curas — também reconhecidas — em outros continentes, de pessoas que recorreram à água da Gruta.

Um caso típico em Lourdes foi o de Théa Angele, jovem alemã atingida por arteriosclerose em placa, que chegou quase moribunda a Lourdes em 17 de maio de 1950.

O corpo repelia tudo que lhe davam. Ela subsistia com soro endovenoso, pesava 34 quilos, estava inconsciente e quadriplégica. Seu único movimento eram espasmos dos olhos e da mandíbula. Acreditou-se que morreria em plena viagem. Um sacerdote administrou-lhe a Extrema Unção, achando que ela já era cadáver.

― “Como pode se enviar ao exterior uma moribunda que têm que fazer uma viagem de 30 horas?!”, protestou um de seus médicos na cidade de Colônia quando soube da vontade da doente.

Em Lourdes, após o quarto banho consecutivo, sorriu e falou pela primeira vez, dizendo: “Agora posso falar tudo, e estou com uma fome terrível”. E comeu com apetite.

No dia seguinte foi levada ao Bureau Médico, onde a paralisia acabou de se dissipar diante dos médicos. No outro dia, após mais dois banhos, venceu a fraqueza e caminhou até a Capela do Asilo.

O milagre é acompanhado de uma conversão espiritual. Théa fez-se religiosa, como várias miraculadas. Mas outras, e numerosas, foram pais ou mães de família.

Geralmente os miraculados atingiram grande longevidade, embora um tenha morrido com 44 anos num acidente. Com muita frequência eles voltam a Lourdes para trabalhar como voluntários na assistência aos doentes.


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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Confiança inabalável em Nossa Senhora de Lourdes
em meio às adversidades

Luis Dufaur
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Quanto mais difícil parecer que o humanamente improvável vai acontecer tanto mais o fiel com Fé verdadeira faz um ato de confiança em Nossa Senhora.

Em Lourdes, trens inteiros descem com doentes.

Famílias, amigos, todos juntos, auxiliados por perto de 60.000 voluntários, se revezam; médicos e enfermeiros carregam os doentes até a Gruta.

Depois, enquanto alguns vão ao bureau médico, outros visitam os locais ligados a Santa Bernadette e à história das aparições.

Todos, na medida do possível, participam da procissão das velas e da Bênção do Santíssimo Sacramento, e tomam o banho recomendado por Nossa Senhora nas piscinas especialmente habilitadas para isso.

Vamos dizer que, em cada dez mil dos que se banham na água de Lourdes, um se cura.

Veja vídeo
Ação de graças a
Nossa Senhora de Lourdes

Que certeza tem a pessoa de que é ela que vai se curar?

Humanamente não é provável porque, por secretos desígnios de Deus, uma porção não se cura.

Depois há os que vão tomar banho por outros que não puderam viajar. Então entram na água fria não por si próprios, mas para que um outro seja curado.

Às vezes alguém vai a Lourdes para se curar e na hora recebe uma moção da graça que lhe pede oferecer sua romaria para que outro seja curado. E pode ser até que não saiba quem é esse outro, apenas ouviu a moção da graça.

É uma coisa linda. Que certeza a pessoa tem na hora de que vai ser curada na água?

A gruta de Lourdes, pintura de José Garnelo y Alda (1866-1944)
Para ter confiança – a confiança é uma virtude – de que vai ser curada, a pessoa necessita de um movimento interior da graça. Caso contrário essa confiança não faz sentido.

De onde vem essa certeza, essa confiança? Vem do mundo da lua?

Não pode ser.

Sendo a Igreja a mestra da sabedoria, não pode pedir às pessoas um ato de confiança numa coisa a cujo respeito não têm razão para estar convictas.

Mas vem uma moção da graça e a pessoa acredita nessa moção. Ela aceita esse movimento e crê. Essa é a confiança.

Pode ser que grandes acontecimentos virem de ponta cabeça as nossas vidas. A própria Nossa Senhora falou em Fátima dos grandes castigos que a humanidade pecadora está atraindo sobe si.

Podem acontecer muitas outras coisas indesejadas.

Mas se levarmos no fundo da alma essa confiança de que Nossa Senhora de Lourdes faz acontecer o inimaginável, de que Ela cura o doente que não tinha conserto... e cura até a nós, atolados nos problemas e talvez até no pecado, aconteça o que acontecer nós sairemos bem.

Poderemos sair até cantando, como na procissão das velas pela noite. No fim de tudo, vamos ver e tudo deu certo. A confiança foi premiada!

Este é o incomparável tesouro que devemos levar conosco depois desta festa de Nossa Senhora de Lourdes.

A certeza confiante de que ainda que o mundo viesse a ruir e a morte bater às nossas portas, auxiliados com a graça de Deus e de Nossa Senhora de Lourdes tudo atravessaremos.

A certeza confiante de que Ela nunca deixará de nos obter o que mais precisamos, se A invocarmos com o coração contrito e humilhado. 

Teremos então nossas vidas e nossos costumes reformados como Ela quer.

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Lourdes ensina que o sofrimento
é necessário para a santificação

Luis Dufaur
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Eu creio que o seguinte é um dos mais estupendos milagres de Lourdes.

Se a gente prestar bem atenção nesse fato, passa-se o seguinte: é que para a grande maioria das almas o sofrimento é necessário para a santificação.

As doenças são necessárias para a santificação. E é mesmo por meio das doenças e das provações espirituais que a pessoa se santifica.

E quem não compreende o papel do sofrimento e da dor para operar nas almas o desapego, o amor de Deus, e a regeneração, não compreende absolutamente nada.

É por esta forma que as almas se santificam.

São Francisco de Salles chegou a afirmar que o sofrimento é verdadeiramente o 8º sacramento. Quer dizer, de tal maneira é indispensável, que ele é o 8º sacramento.

O recado do Cardeal Segura para Pio XI

O Cardeal Pedro Segura y Sáenz (1880–1957), com quem eu estive uma ocasião, me contou o diálogo que ele teve com Pio XI.

Pio XI se gabava diante dele de nunca ter estado doente.

O Cardeal Segura sorriu para ele e disse:

“Então Vossa Santidade não tem o sinal de predestinado”.

Pio XI ficou assustado, e ele acrescentou:

– “Não há predestinado que não adoeça, e gravemente, sofra muito da saúde pelo menos em determinado período de sua vida. Se Vossa Santidade nunca teve nada de saúde, não teve o sinal de predestinado”.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ato de Consagração a nossa Senhora de Lourdes

Santa Bernadette imitava todos os gestos de Nossa Senhora. Vitral da Basílica da Imaculada Conceição, de Lourdes
Santa Bernadette imitava todos os gestos de Nossa Senhora.
Vitral da Basílica da Imaculada Conceição, de Lourdes
Luis Dufaur
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Santa Maria, Mãe de Deus, Virgem Imaculada, que apareceste 18 vezes a Bernardete na Gruta de Lourdes para recordar aos cristãos as maravilhas e as exigencias do Evangelho, ensinando a oração, a penitência, a Eucaristia e a vida dentro da Igreja.

Para poder responder melhor a vosso chamado me consagro a vosso Filho Jesus por intermedio de Vos as mãos.

Fazei me dócil a seu Espírito; e pelo fervor de minha fé, pela transparência de toda minha vida por minha dedicação ao serviço dos enfermos, que eu trabalhe para Vós, ajudando aos mais necessitados para a reconciliação dos homens, para a unidade da Igreja e para a paz do mundo.

Com o coração aberto, Mãe minha, te dirijo esta oração rogando que a recebas e as dê vossa aprovação.

Bendita seja a Santa e Imaculada Concepção da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus.

Oh! Maria concebida sem pecado rogai por nós que recorremos a Vós

Salve Rainha

Nossa Senhora de Lourdes: rogai por nós

Santa Bernadete: rogai por nós

quarta-feira, 15 de março de 2017

A recusa dos milagres de Lourdes e o dogma do inferno

Jeanne Frétel: um dos milagres cientificamente constatados.
VEJA COMO FOI
Luis Dufaur
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Se não houvesse os milagres de Lourdes, todo mundo diria: se ao menos houvesse milagres eu acreditaria. Milagres só havia antigamente, naquele tempo, mas se houvesse milagres hoje, eu seria o primeiro a ficar entusiasmado!

E muito católico amolecido diria: é verdade. Por que Deus não faz um milagre para ele? Ele está dizendo que se converteria...

Bem, Nossa Senhora há cem anos vem operando milagres em Lourdes.

Esses milagres são examinados com a maior severidade.

Com uma severidade tão grande que alguns até sustentam que é exagerada e que dos milagres que acontecem, apenas uma pequena parte é comprovada como milagre.

Mas o exagero aqui tem a vantagem de provar que se trata de milagre mesmo.

E o que faz esta gente diante do argumento do milagre?

Prova-se com radiografias, com exames de laboratórios, com as provas mais seguras que há, prova-se que houve milagres em Lourdes, a resposta é: é... e ficam quietos.

Por que?

São assim, não se entregam, não retrocedem diante de nenhuma espécie de argumento.

Eu li um livro de um sacerdote “progressista”, “pra frente”, sobre Lourdes que sustenta que numa ciência médica e biológica evoluída, pode admitir a ideia da cura como tampouco nenhuma prova das aparições.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Ladainha de Nossa Senhora de Lourdes

Luis Dufaur
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Senhor, tende piedade de nós;

Cristo, tende piedade de nós;

Senhor, tende piedade de nós;

Cristo, ouvi-nos; Cristo, por vossa graça atendei-nos.

Deus Pai que estás no céu, tende piedade de nós.

Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, único Deus; tende piedade de nós.

Santa Maria, rogai por nós.

Santa Mãe de Deus, rogai por nós.

Mãe de Cristo, rogai por nós.

Mãe do nosso Salvador, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, auxílio dos cristãos, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, fonte de amor, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe dos pobres, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe dos deficientes, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe dos órfãos, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe de todas as crianças, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe de todas as nações, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, mãe da Igreja, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, amiga dos solitários, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, conforto dos que choram, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, abrigo dos sem-teto, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, guia dos viajantes, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, força dos fracos, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, refúgio dos pecadores, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, conforto dos sofredores, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, socorro dos moribundos, rogai por nós.

Nossa Senhora de Lourdes, Virgem Imaculada. Rogai por nós!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Milagre de Nossa Senhora de Lourdes
mudou a I Guerra Mundial (2)

Nossa Senhora apareceu para 100.000 soldados alemães.
E dando sinal para voltarem.
Foto: franceses atrás dos inimigos em fuga.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Milagre de Nossa Senhora de Lourdes mudou a I Guerra Mundial (1) 


No domingo 14 de janeiro de 1917, o jornal católico “Le Courrier de la Manche” editado em Saint-Lô (Normandia, França) publicou matéria baseada em fontes alemãs dignas de credibilidade.

Tratou-se do testemunho de um sacerdote e de dois oficiais germânicos.

Segundo eles, Nossa Senhora apareceu no Céu acima da rota para Paris ordenando aos prussianos voltarem.

Perto de 100.000 homens a viram e o comando alemão mandou guardar segredo sob pena de fuzilamento.

O milagre aconteceu na primeira sexta-feira de setembro e na oitava da Natividade de Nossa Senhora.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Milagre de Nossa Senhora de Lourdes
mudou a I Guerra Mundial (1)

São Pio X não queria a I Guerra Mundial
Luis Dufaur
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Em setembro de 1914 a I Guerra Mundial teve um lance dramático. Aquele conflito iria ter um efeito fundamentalmente danoso para a Igreja Católica.

O Santo Padre São Pio X, do Vaticano, multiplicou os esforços e os ardorosos apelos para conjurar a catástrofe.

O Santo não somente via os horrores que toda guerra ‒ máxime mundial ‒ traz consigo.

Por cima de tudo, ele previa que o engajamento militar tinha uma intenção essencialmente anticatólica e, portanto, anticristã. Ele a chamava de “guerrone” (grande guerra) não sem repulsa.


A causa era que o pontificado de São Pio X trouxera um grande reafervoramento dos católicos. Estes saíram do marasmo do fim do século XIX e se reorganizavam ativamente contra os males do tempo.

Na França, contra o laicismo republicano filho da Revolução Francesa inimigo do Altar e do Trono. Na Alemanha, contra a Kulturkampf, espécie de Revolução Cultural promovida pela Prússia protestante contra o cristianismo.

Mais ainda, São Pio X condenou e combateu o “modernismo”, “síntese de todas as heresias” segundo o santo pontífice, e os movimentos correspondentes no campo social ‒ como o grupo de tipo democrático-“cristão” Le Sillon. Nisto era apoiado por muitos católicos fervorosos que cooperavam na luta contra a heresia “modernista”.

São Pio X temia pela França que então se renovava em admiráveis impulsos de catolicidade e de retorno às formas sociais, culturais e políticas que fizeram dela a Filha primogênita da Igreja.

A Prússia protestante visava esmagar o catolicismo.
Seu exército estava super-equipado
Mas, naquela guerra indesejada, a juventude católica entusiasmada pelo Papa iria ser levada ao extermínio nos campos de batalha, como de fato aconteceu.

O santo temia também pelo futuro da Áustria católica na qual depositava grandes esperanças desde que não se submetesse às imposições da Prússia protestante. Porém, um conjunto de desastradas políticas amarrou a Áustria à Prússia, então ímpio látego da Europa.

Por tudo isso, a vitória do Império Alemão seria um resultado péssimo para os católicos dos dois lados beligerantes e para a própria Igreja Católica. Mas essa vitória parecia o desenlace mais provável da guerra.

Logo no início do conflito, a ofensiva prussiana em direção a Paris ficou impossível de parar. Nos primeiros dias de setembro o exército prussiano estava às portas da capital francesa.

Uma histórica batalha aconteceu no Vale de Marne entre 5 e 12 daquele mês. Malgrado esforços heroicos e desesperados por parte dos franceses, tudo fazia pressagiar o pior: a Prússia anticatólica ficaria dona de Paris e rainha da Europa.

O exército francês subalimentado, esgotado, sem fornecimentos, reagia improvisando e o exército prussiano bem equipado, organizado e poderoso já tinha ordem de entrar em Paris.

Surpreendentemente, no dia 9 o comando prussiano ordenou a retirada geral.

O que tinha acontecido?



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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Convento das Carmelitas de Lourdes
expia pelos peregrinos

Luis Dufaur
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Mas há uma coisa talvez mais bonita ainda em Lourdes, e que é o Convento de Carmelitas que há lá.

Há um convento de Carmelitas em Lourdes, de contemplativas recolhidas que têm o propósito de expiar e sofrer todas as doenças para obter graças para os corpos e para as almas das pessoas que vão lá pedir essas graças.

De maneira que elas nunca pedem a sua própria cura.

Mas aceitam todas as doenças que queiram cair em cima delas em benefício das almas que vão à Gruta de Lourdes para pedir a cura.

Então elas sofrem coisas horrorosas, elas levam às vezes uma vida inteira de sofrimentos.

E, às vezes, morrem de uma morte prematura com o fito, o objetivo especial de fazer bem para as outras almas.


(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, 6.2.65. Texto não revisto pelo autor).



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sábado, 11 de fevereiro de 2017

O inefável da Gruta de Lourdes

Tocando a pedra abençoada da gruta
Tocando a pedra abençoada da gruta
Luis Dufaur
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Quantas vezes, sentado naqueles bancos de metal – sempre imaculados – que há diante da Gruta, eu ficava longos períodos, talvez horas, olhando os peregrinos passar, passar, passar, numa sucessão sem fim.

Que saudade!

Entretanto, diria alguém que ali não esteve: que banalidade!

Ficar ali sentado, vendo passar aquelas pessoas vindas de todos os cantos do mundo, com seus doentes, suas velas, seus papelinhos com pedidos, as fotos do parente ou do amigo, documentos, objetos de piedade e sei lá quantas coisas mais.

E, todos, todos colando sua mão bem espalmada na entrada na Gruta, e assim fazendo o percurso – que não é longo – até saírem.

No fim, a pedra transuda água. Não é a água da fonte e todo mundo sabe disso. É água natural que filtra não sei como pela pedra, muito devagarzinho.

Todo o mundo tenta pegar dessa água, molhar seu lenço, seu papelinho, seu pedido, a foto do parente ou amigo, fazer o sinal da Cruz com ela, etc.




E completado o rápido percurso, quantos se voltam 180º em direção à imagem da Gruta no alto, como que querendo prolongar um pouquinho uma prosa que aconteceu no fundo de sua alma com Nossa Senhora Ela mesma.

O último olhar
Num certo dia, enquanto desfiava o terço, me veio uma coisa à cabeça: por que é que esse pessoal faz isso? Santa Bernadette não fazia, nem falou para fazer...

E, entretanto, eu era um desses que percorria a Gruta toda com a mão espalmada, beijava a pedra úmida, molhava todos os lenços nela, e ainda me voltava para a imagem no fim, sem cessar.

Uma vez, duas vezes, dezenas de vezes, a todas as horas e com todos os frios, no dia e na noite.

O que há?

O que há é inefável, quer dizer, algo que não tem palavras que o descreva, mas que a gente sente no mais fundo da alma como uma voz que falou coisas que ninguém fala.

E vendo aquelas pessoas, eu percebia que elas também percebiam esse inefável, como que incomunicável.

Veja vídeo
VÍDEO: velas de Lourdes
Tudo isso não vai sem uma graça sobrenatural que nos faz entender coisas para as quais as palavras são incapazes.

É uma graça que toca de um modo mais eminente do que outras graças.

A ação dessa graça comunica uma certa ordenação no espírito humano mutilado pela negação intencional do sobrenatural, pelo exagero incessante, quotidiano daquilo que é puramente material, interesseiro, até pecaminoso.

Tocando a pedra abençoada da gruta
Tocando a pedra abençoada da gruta
Fazer essa breve romaria dentro da Gruta de Lourdes introduz a gente num mundo inteiramente diferente daquele onde vivemos todos os dias.

A gente, por assim dizer, é transportado sem esforço a um mundo todo feito de inefáveis.

A mão toca a pedra e colhe a umidade como que querendo apanhar esse imponderável e levá-lo para casa ‘preso’ no lenço ou papelzinho molhado.

A alma que vai passando vai se ordenando. É como se Nossa Senhora afagasse com mão suave, delicada e fresca nossas cabeças atrapalhadas, sarasse nossas feridas da alma, e dissesse para cada um palavras que a gente não sabe repetir.

Esse inefável ameniza o tenso, endireita o torto, restaura o quebrado, suaviza o endurecido, flexibiliza para o espiritual, amolece o empedernido, inspira confiança ao desesperado...

A atmosfera do inefável que cercou o dogma da Imaculada Conceição e as graças que vieram com Lourdes confirmando esse dogma, pouco mais ou menos chegam até nossos dias.

Hoje se pode dizer que as trevas tentam circunscrever o brilho imponderável de Lourdes.

Porém, esse brilho que não entra pelos olhos do corpo, mas pelo olhar da alma, continua se comunicando sem cessar a todos os que ali vão.

Há como que um verdadeiro arco voltaico de graças, um arco-íris sobrenatural, que vem desde Santa Bernadette e o Beato Pio IX no século XIX, em torno do dogma da Imaculada Conceição.

Mil e mil inefáveis de ordem sobrenatural emanam de Lourdes como um orvalho regenerador para a Humanidade.

"Perdão, minha Mãe, perdão! Andei mal!" Ela ouve sempre.
E onde está a Humanidade? Onde estou eu? O que faz a Humanidade desse dom? O que eu faço dele?

Em qualquer lugar do mundo, olhando estas letras ou quaisquer outras que elevem nossa mente até Nossa Senhora, eu posso ser beneficiado por esse orvalho.

Mas é preciso eu me fechar para a má influência que me rodeia: materialista, pragmática, sensual, igualitária, cristofóbica.

É toda uma nova e boa educação para esses imponderáveis que me é necessária.

E então eu lembro das palavras de Santa Bernadette, quando ela se voltou para o povo no fim da 8ª aparição, num longínquo 24 de fevereiro:

―“Penitência, penitência, penitência!”; e “rezai a Deus pela conversão dos pecadores”, disse ela.

Esse pedido de penitência foi para cada um de nós. Para cada um de nós mudarmos de vida – cada um sabe no quê. E repetido três vezes, como quem diz: entendam bem, é para valer.

O “pecador” precisado de penitência não é o vizinho, nem alguém que a gente não sabe quem é – aliás, também sim.

Mas o primeiro “pecador” que precisa se converter é cada um de nós, sem exceção. Por causa desse “pecador”, Nossa Senhora veio a Lourdes e fez o pedido.

Entretanto, como é fácil essa penitência, essa mudança de vida, de disposições interiores, percorrendo a Gruta como acima está escrito.

A grande questão é nunca esquecer, sempre reavivar a lembrança, na vida quotidiana, sem cessar, pedindo a Nossa Senhora essa graça de nunca diminuir a saudade e a recordação.

E, para quem não foi a Lourdes, pensar em tudo isto e ter a confiança de que pensando nisto o orvalho de Lourdes chegará até onde estejamos e operará essa maravilhosa e inefável transformação em nós também.

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