quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O milagre de Delizia Cirolli

Delizia com tumor maligno na perna.
Os pais fizeram tudo mas a medicina não curou.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O caso de Delizia Cirolli foi um dos mais acompanhados pela medicina moderna, notadamente pelo médico Theodore Mangiapan, diretor do Bureau Médico de Lourdes, encarregada de comprovar a ocorrência das curas inexplicáveis.

O Dr. Mangiapan acompanhou o caso e publicou um detalhado relato no seu livro Les Guérisons de Lourdes (ed. Oeuvre de la Grotte, 1994, 439 pp.)

Delizia nasceu em 17 de novembro de 1964, em Paternò, província de Catania, Itália. Mais velha de quatro irmãos, quando tinha 12 anos começou a se queixar de dores.

Em março de 1976, na escola, sentiu dores no joelho que preocuparam a professora. Os pais levaram a menina ao médico da família, que ordenou um tratamento analgésico de rotina. Como este não deu certo, os pais apelaram para uma “curandeira”, com resultados ainda piores.

Em abril, uma radiografia e uma série de tomografias mostraram sinais de um tumor ósseo na tíbia direita. Delizia foi encaminhada ao Prof. Q. Mollica, da Clínica Ortopédica da Universidade de Catania.

Ele a submeteu a diversos exames, até que uma biopsia revelou a “presença, na altura da metáfise da tíbia direita, uma metástase de neuroblastoma”. O neuroblastoma é um tumor que aparece na vida intrauterina, age como maligno, e seu prognóstico é quase sempre fatal.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Na festa da Assunção, em Lourdes
devotos vencem moralmente terroristas do Islã

Os romeiros começaram a chegar a Lourdes na véspera da festa da Assunção.
Os romeiros começaram a chegar a Lourdes na véspera da festa da Assunção.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Sem temer a ameaça islâmica que semeia a morte na Europa, por volta de 25.000 fiéis foram até Lourdes para honrar a Assunção de Nossa Senhora, segundo noticiou a revista católica inglesa “Catholic Herald”.

O santuário de Lourdes foi intensa e prudentemente vigiado por forças militares e policiais. Da mesma maneira foram controlados locais públicos como a estação de trem. A segurança contou com cobertura aérea.

A multidão começou a se chegar à véspera da festa proveniente dos mais diversos países para comemorar a gloriosa Assunção de Nossa Senhora aos Céus em corpo e alma no 15 de agosto.

Milhares participaram da procissão das velas na noite. O percurso por motivos de segurança ficou limitado à área do santuário, aliás, enorme, que pode acolher todos eles.

O temor de atentados religiosos praticados por assassinos que obedecem aos preceitos do Corão, livro sagrado do Islã, era muito grande e justificado após o martírio do Pe. Jacques Hamel em Saint-Étienne-du-Rouvray, Normandia.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Lourdes: como se constata um milagre
do ponto de vista científico

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Para o processo de reconhecimento médico de um milagre foi instituído em Lourdes um Bureau Médico.

Esse Bureau tem sede no próprio santuário e está sempre à disposição de quem se apresente. Fazem parte dele médicos de todas as especialidades, católicos ou não católicos.

Qualquer médico presente no santuário pode assistir à verificação de cura que esteja sendo feita. O fiel que se julga beneficiado pode se apresentar no Bureau. Nessa ocasião é elaborada uma ficha clínica do caso e feito um primeiro reconhecimento médico.

No momento de se apresentar ao Bureau, é fundamental que o interessado vá acompanhado da documentação que comprove o estado da doença antes da cura (resultados de exames, atestado médico sobre a natureza e gravidade da doença etc.).

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Muçulmanos tornam-se católicos no Oriente… e no Ocidente!
Urgente pedir por eles a Nossa Senhora de Lourdes!

O Pe Gottfried Martens batiza família iraniana em Berlim. Ex-muçulmanos constituem maioria dos 900 paroquianos.
O Pe Gottfried Martens batiza família iraniana em Berlim.
Ex-muçulmanos constituem maioria dos 900 paroquianos.
Luis Dufaur
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A grande mídia fala muito pouco, mas um número crescente de refugiados muçulmanos na Europa está se convertendo ao cristianismo, escreveu o jornal britânico “The Guardian”, citado pelo site “Aleteia”.

Na Áustria, por exemplo, só no primeiro trimestre de 2016 a Igreja Católica registrou 300 pedidos de batismo de adultos, 70% dos quais eram refugiados.

Os fiéis da igreja da Trindade, em Steglitz, Berlim, aumentaram há dois anos de 150 para 700, devido, segundo o pároco Gottfried Martens, às conversões de muçulmanos.

Em Liverpool, Inglaterra, a maioria das cerca de 100 a 140 pessoas que assistem à missa semanal em língua farsi é constituída por imigrantes do Irã e do Afeganistão. Um em cada quatro deles é convertido do islã, conforme levantamento realizado pelo bispo de Bradford, Dom Toby Howarth.

A conversão é uma questão delicada, porque o Corão rotula de apóstatas aqueles que se tornam cristãos e manda matá-los.