quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Nossa Senhora de Lourdes não nos abandona
nem nas piores situações

Nossa Senhora de La Salette

Não é admissível supor que Nossa Senhora nos abandone, sobretudo quando os tempos estão muito complicados.

É preciso confiar de todo jeito. Quaisquer que sejam as dificuldades nesse tempo, Ela não nos abandonará.

Pelo contrário, nós seremos protegidos por Ela de modo inesperado, de modo milagroso se for preciso.

Nós devemos nos habituar a viver a vida prática com todo o espírito de Fé.

E, ao mesmo tempo, a conviver com a esperança do milagre como se fosse uma coisa que não é para de vez em quando acontecer. Porque a atmosfera de Lourdes nos ensina que o milagre é fato frequente de todos os dias.

É preciso conservar a calma motivada por essa crença no milagre.

Então é preciso conservar essa calma custe o que custar, para por esta forma nós ouvirmos a voz do Espírito Santo nas nossas almas.

Porque a voz da graça se faz ouvir na alma tranquila. Na alma agitada não se faz ouvir.

A alma tranquila pode estar sumamente aflita, mas não agitada. O exemplo arquiperfeito da alma tranquila, porém não agitada, era o Coração Sacratíssimo de Jesus durante a agonia no Horto.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Em Lourdes, Nossa Senhora brilha
como Medianeira de todas as graças


Lembro-me de uma cançãozinha religiosa que se cantava no meu tempo de moço em que havia um resto de piedade, e que dizia:

“Salve, ó Mãe! Salve, ó Virgem Santíssima!

“Do universo portento e primor;

“Mais esplêndida glória que a Tua,

“Só tem Deus, do universo Senhor.”

É piedosa a canção e realmente a conclusão é esta: glória mais esplêndida que a de Nossa Senhora só tem Deus, do universo Senhor.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O milagre do sorriso de Nossa Senhora
no rosto de Santa Bernadette



Eis o comovedor relato de um milagre de Lourdes:


Um dia, um sacerdote se aproximou de nós diante de Grota e nos mostrou um velho no meio da multidão.

Ele estava piedosamente ajoelhado e rezava com os braços em cruz.

“Interrogai-o, disse o sacerdote, nós o chamamos de ‘o miraculado do sorriso da Virgem”.

Nós nos aproximamos do peregrino, e ele com o melhor charme do mundo, nos contou sua história.

Ele era o conde de Bruissard, e efetivamente ele vira o sorriso da Virgem, da mesma maneira que nós vemos o reflexo do sol num lago de águas puras e tranquilas.

Ele o viu refletido no rosto transfigurado de Santa Bernadette.

Eis o que ele nos contou:

“Estava eu em Cauterets, conta-nos ele, no momento em que se falava tanto das aparições. Não acreditava mais nestas aparições do que na existência de Deus. Era um libertino e, mais do que isto, era um ateu.